Pernambuco e Alagoas têm as maiores taxas de desemprego no 2º trimestre

Pernambuco (18,8%) e Alagoas (17,8%) registraram as maiores taxas de desocupação no 2º trimestre 2017, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada na manhã de hoje. Em Pernambuco, a taxa passou de 17,1% para 18,8%; e em Alagoas, de 17,5% para 17,8%. As menores taxas de desocupação foram registradas em Santa Catarina (7,5%), Rio Grande do Sul (8,4%) e Mato Grosso (8,6%). Para o total do país, a taxa caiu de 13,7% para 13,0%, nesse período.

“Nos estados onde houve aumento da desocupação, não foram geradas vagas suficientes para dar conta do crescimento da procura pelo emprego”, explicou o Coordenador de Trabalho e Rendimento, Cimar Azeredo.

Por faixa de idade, a taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade (27,3%) apresentou patamar elevado em relação à taxa total (13,0%). Já a taxa de desocupação desagregada por cor ou raça entre as pessoas que se declararam brancos (10,3%) ficou abaixo da média nacional, porém a dos pretos (15,8%) e dos pardos (15,1%) ficou 3,8 e 3,1 pp acima, respectivamente.

 A taxa composta de subutilização de mão de obra (que engloba subocupados por insuficiência de horas + desocupados + força de trabalho potencial)  passou de 24,1%, no 1º trimestre para 23,8% no 2º trimestre, com as maiores taxas verificadas no Nordeste (34,9%) e as menores na região Sul (14,7%). Piauí (38,6%), Bahia (37,9%) e Maranhão (37,7%) são as Unidades da Federação que apresentam as maiores taxas compostas de subutilização da força de trabalho. E os estados onde são observadas as menores taxas são Santa Catarina (10,7%), Mato Grosso (13,5%) e, Paraná (15,9%).

IBGE

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